Meus sonhos de amor já não tomam forma
De verso em soneto ou rima valiosa
Lançando em estrofes, sem métrica alguma
O anseio perdido entre tanta paixão
Teus olhos, pureza, já não podem mais
Guiar esta pena ao mais belo acróstico
Pois falta-me tinta, torpor e ilusão
Teus olhos, pureza, só me dizem não...
De versos sem sonhos, pois, já estou farto...
E em mais outra carta encerro esperanças
Que nasçam mil sonhos em outra manhã
Que morre outro verso, mas vive o poeta...
quarta-feira, 7 de novembro de 2007
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Um comentário:
Um antigo poema, postado há meses no meu deviant, mas cujo teor teima em se fazer presente neste meu dia...
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